Textos
Almas puras das quais me assemelho
Nunca encontrei banquetes na ignorância sem a prontidão do mundo. Optei por orações e os corações e almas puras das quais me assemelho.
O julgamento alheio não me afronta mais, nem o descaso de quem nunca disse a verdade e nem se importou.
Morreu, mas eu não vesqueci.!
Sonia Solange da Silveira
Ssolsevilha
Poetisa do cerrado
Ssolsevilha Poetisa do cerrado
Enviado por Ssolsevilha Poetisa do cerrado em 20/08/2026
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