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Foste tão fugaz que nem sequer cheguei a amar-te
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Senhor! Dai-me paciência para com as pessoas que amo!
Senhor!
Dai-me paciência para com as pessoas que amo!
As que não amo.

As que não me amam,
As que me julgam,
As que me enganaram.

Àquelas que propositalmente me usaram, para levar vantagens, inventando coisas a meu respeito.

E, até aquelas que falam meu nome,
sem saber quem eu realmente sou!

+sonia solange da silveira Ssolsevilha 
Ssolsevilha Poetisa do cerrado
Enviado por Ssolsevilha Poetisa do cerrado em 18/11/2015
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