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Foste tão fugaz que nem sequer cheguei a amar-te
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SEM EIRA E NEM BEIRA
Diga-me uma história de amor..

no final do outono,
Quando em folha cor de ouro cai
E reflete no lago na lua cheia,

Quando o céu sombrio, com cinza claro,
Muda anunciando a tempestade.

Mudanças...
Sem eira e nem beira
ora chove, ora faz sol
loucuras do outono partindo e a primavera
chegando.

Conte-me sobre a forma da noite escura
Na solidão do apartamento sombrio e
estranho

Ironia ouço uma canção de amor
que parece anunciar uma profecia ...
É o hora da partida..

Diga-me uma história de separação,
A amargura da harmonia perdida.

Como se já sentindo saudades no adeus
O Sufoco, agonia ...

Diga-me uma história de amor no frio do inverno,


E irá amaldiçoar a distância,
A Ancia da chegada..

O telefone um dia considerado santo,
Hoje é amaldiçoado como louco e insano
que só tocava...hoje está mudo.

Na verdade fui eu quem o silenciou.

Diga-me uma história de amor...me diga!
Um conto do amor perdido ...

Onde ela está agora, em que lugar?
Acho que tudo foi um sonho
e que também passou..
Como a primavera na chegada do verão..!



sonia solange da silveira ssolsevilha
Ssolsevilha Poetisa do cerrado
Enviado por Ssolsevilha Poetisa do cerrado em 14/11/2015
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